Como superar uma traição?

Como superar uma traição? Talvez esse título tenha te chamado a atenção, seja por estar vivendo a experiência ou ter medo de ter que enfrentá-la em algum momento da vida.

Superar uma traição é um processo, por vezes, doloroso e que pode abalar o emocional de diferentes formas! Só quem já passou por isso entende exatamente o que eu estou querendo dizer, não é mesmo?

De maneira geral, podemos até mesmo afirmar que essa situação pode gerar traumas, sem contar um profundo estresse. Isso tanto  é verdade que é comum que muitas pessoas que passam por isso acabem se afastando de pessoas próximas e queiram praticar o isolamento.

Esse isolamento (que nesse caso especificamente não é bom, embora essa palavra esteja tão em alta por causa da pandemia) vem acompanhado de outros comportamentos negativos. Um deles é simplesmente pensar o tempo todo sobre o que aconteceu e sofrer toda vez que fizer isso.

Com essa persistência em pensar sobre a traição, outros sintomas podem assumir a liderança e tornar tudo ainda mais complicado. Ou seja, ansiedade, estresse, insônia, crises de choro, pensamentos negativos e até mesmo a perda de prazer por tudo.

Por isso, não é um exagero dizer que a traição é um acontecimento realmente marcante, que acaba contrariando expectativas e ainda causa um sentimento intenso de abandono e solidão.

Isso é tão comum que grande parte das pessoas traídas começam a duvidar de si mesmas e de outras pessoas. Ocorre também uma dificuldade de reconhecer quem pode e quem não pode ser confiável. Tudo isso ajuda a explicar o isolamento afetivo e a diminuição de um convívio social.

Como superar uma traição

Outro sintoma comum é o medo! E, ele ocorre de várias formas também, sendo o mais comum o receio em voltar a se relacionar e a certeza que é preciso estar o tempo todo se protegendo das pessoas – e, de novas traições.

Mas, como lidar com isso? Como virar o jogo e deixar o passado no lugar que ele merece? Vamos falar sobre isso de forma aberta?

Como superar uma traição: aceitando as diferenças

É muito importante lembrar aqui que todos nós somos diferentes, complexos e temos pensamentos divergentes sobre uma porção de coisas.

Com isso, eu quero dizer que saber como superar uma traição não depende de um manual universal. Aliás, cada pessoa pode reagir de uma maneira diferente quando passa por essa situação.

É importante saber que, sentimentos e até mesmo atitudes poderão mudar conforme as questões envolvidas. Para começar, é interessante refletir sobre o tempo que esse relacionamento existiu, se há filhos, se vocês possuam um negócio juntos e muita mais!

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Quanto maior for esse envolvimento, maior também poderá ser a complexidade de lidar de frente com o impacto da relação. O que eu quero dizer é que as etapas possíveis para lidar com a infidelidade variam de um casal para outro – e, a trajetória aqui é realmente importante!

Por outro lado, para que a traição realmente vire uma página virada é preciso viver, de alguma maneira, os sintomas e dores envolvidos. Eles são formados por vários estágios e, ignorar isso, pode resultar apenas em uma coisa: mais sofrimento.

Os estágios da traição

Logicamente não devemos pensar em padrões, afinal, lembre-se que somos todos diferentes. Mas, é possível sim afirmar que existem estágios para superar uma traição e, muitas pessoas, poderão facilmente se reconhecer neles.

Surpresa

Não é uma novidade que grande parte das pessoas idealizam um relacionamento. Mesmo sabendo que a traição é algo comum, cada um de nós sempre acaba imaginando um “comigo vai ser diferente”.

Quando as coisas não saem conforme esse pensamento, a surpresa é inevitável e, esse momento é um dos mais dolorosos do processo. É algo parecido com uma paralisia ou um choque.

Negação

Depois do choque de realidade, a pessoa traída entra em um estágio de negação. Esse é um comportamento até mesmo bem comum quando nos deparamos com situações dolorosas e, negar, é parte dessa etapa. Isso pode durar alguns minutos ou até mesmo dias.

Culpa

Você poderá sentir culpa – mas, não se culpe por isso! Isso é bastante comum, porque depois da negação, durante o processo em superar uma traição, a pessoa tenta encontrar motivos que façam sentido para isso ter acontecido. Com isso, a culpa sobre ter feito algo diferente sempre aparece.

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Agora, pessoalmente, eu vou dar um conselho aqui: não se culpe! Quem traiu, fez isso por suas decisões.

Nem todo mundo vive essa fase e, pode acontecer de pular para a próxima: a raiva!

Raiva

Aqui, o resultado é uma enorme confusão. Em alguns casos essas raiva pode ser direcionada para a outra pessoa ou até para si mesmo. Essa é uma etapa que eu considero muito importante e bastante dolorosa. A raiva é combustível para uma ação, movimento e permite que ocorram questionamentos e reflexões.

Mágoa

Encare a raiva como uma descarga elétrica. E, assim como essa descarga, ela  é passageira, dando lugar para outro sentimento: a mágoa. Os pensamentos ficam confusos entre toda a história boa do relacionamento e  o fato ruim. É uma fase de dor e angústia, mas que permite aprendizado. É um passo decisivo para conseguir superar uma traição.

Diálogo e perdão

A transição entre a mágoa e esse estágio pode refletir também um sentimento forte de vingança. Mas, naturalmente, a necessidade pelo diálogo é inquestionável porque haverá um forte anseio em tentar entender o que aconteceu ou ressignificar a relação (se o casal for tentar manter o relacionamento).

Já o perdão é mais complexo, até porque ele pode acontece ou não. E, muitas pessoas possuem dificuldade em perdoar – e, por vários motivos, desde orgulho, exclusividade sexual e outros. Mas, se a sua escolha for perdoar, é importante que isso seja feito para valer.

Eu sempre aconselho meus pacientes a perdoar uma traição, até porque perdoar, não significa necessariamente ficar juntos, aliás são coisas completamente diferentes.

A traição tem explicação?

Sempre que eu atendo um casal que passa por essa experiência, eu sempre me refiro a traição como que o resultado de algo que já não estava bem há anos, ou seja, geralmente o relacionamento tem algumas faltas grandes que são negligenciadas ao longo do tempo, e como resultado acontece a traição.

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Em terapia sexual online ou presencial, por exemplo, é comum eu identificar as maiores faltas no relacionamento que nem sempre são identificadas pelo casal, por isso então que eu indico a Terapia de Casal para que os dois consigam enxergar a situação de maneira mais imparcial.

Em atendimentos voltado para a queixa traição, é apresentado a dinâmica real do casal e como ela pode ser ajustada para que o relacionamento se torne leve e saudável, além de prazeroso, é claro!

Nessa abordagem em tratamento, saber como está a saúde sexual, afetiva e erótica no relacionamento é fundamental, pois esses três pilares são os que sustentam um relacionamento feliz.

Eu, como profissional em sexualidade atuo com um papel totalmente imparcial e intermediadora para que a relação siga com o mínimo de sequelas possíveis.

Aqui, nesse site, você encontra todas as informações sobre os serviços em Terapia Sexual e Terapia de Casal, além dos Tratamentos e Serviços disponibilizados.

A superação e a liberdade

Quando eu falo em superar uma traição é fácil assimilar esse processo a um processo de liberdade. Quando avaliamos todos os pontos e estágios desse processo, podemos até mesmo comparar com o luto.

Isso porque a traição é um abalo emocional, uma quebra de expectativas, sonhos e de um esforço em estar com o outro em toda a sua complexidade.

Além disso, superar uma traição não está limitado a retomar o relacionamento e tentar esquecer o que passou.  Chegar até aqui pode também resultar na ruptura do casal. O mais importante é lidar com os próprios sentimentos, dores, incertezas e desenvolver um recomeço!

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Sexo na menopausa: 5 Dicas para manter o casal ativo

Quem disse que sexo na menopausa não é possível? Esse tipo de informação não é apenas equivocado, mas também muito injusta! Afinal, a menopausa não é e nem precisa ser o fim de uma vida sexual ativa e, principalmente, repleta de bem-estar e prazer!

Até mesmo porque, os tratamentos estão cada vez melhores e permitem compensar   também a redução hormonal. E, na verdade, o que deveria ser um adeus aos prazeres do sexo é, na verdade uma oportunidade de a mulher sentir-se ainda mais leve!

Aliás, a menopausa nunca foi e nem deverá ser uma fase fácil para todas as mulheres. E, sim, todas nós passaremos ou estamos passando por isso em algum momento – isso não se pode negar!

Afinal, é justamente o fim do ciclo da reprodução feminina e, geralmente, isso acontece por volta dos 50 anos. A mulher deixa de menstruar e também de ser fértil. Tudo isso acontece por causa das grandes mudanças hormonais – mas, calma!

Sexo na menopausa 1

Isso não precisa e nem mesmo deve ser associado ao fim do prazer! Pelo contrário, sabia? Essa pode até mesmo ser uma grande oportunidade de vivenciar o melhor do prazer!

Para provar isso, vou explicar mais detalhes nos próximos tópicos. Então leia até o final, porque teremos bastante informação adiante!

Sexo na menopausa: o que muda?

Bom, o primeiro ponto que eu acho importante contar aqui é sobre o corpo da mulher diante dessa fase! Na verdade, o nosso corpo é feito para ter todas as sua funções baseadas em várias substâncias importantes.

Mas, quando a menopausa dá os primeiros sinais, muitas mudanças acontecem e lidar com elas é um dos pontos mais complicados. E, entre essas mudanças, a mais marcante são os hormônios, que sofrem uma queda elevada.

Os efeitos são diversos quando isso ocorre! Tanto as emoções como as sensações fazem com que a mulher experiente muitos altos e baixos e até mesmo uma visão diferente de tudo que ela conhecia até então.

Terapia de Casal

Pelo lado físico, a queda da produção hormonal, mais precisamente o estrogênio carrega uma série de sintomas. Isso envolve os famosos sintomas de calor, instabilidade do humor, ansiedade, insônia e até mesmo mudanças nos hábitos alimentares.

Já pelo lado emocional, tudo torna-se complexo! A insegurança, a baixa autoestima, a queda da libido – tudo isso faz com que a mulher tenha que lidar com uma montanha russa de sentimentos. Tudo isso é somado a uma enorme insegurança pela maturidade – e, isso está diretamente ligado ao sexo na menopausa.

Dicas que toda mulher deve saber!

O sexo na menopausa não apenas é possível como pode vir acompanhado de muito mais prazer, liberdade e felicidade! E, para provar isso, algumas dicas merecem ser lembradas!

1. Renovar é viver!

Quando eu falo em renovar, me refiro ao relacionamento! Isso é ainda mais importante se for um relacionamento de longos anos. Provavelmente, essa seja uma boa oportunidade de buscar novos horizontes!

Mas, calma! Não é simplesmente trocar o parceiro (a) e pronto! A ideia é justamente vocês fazerem coisas que ficaram adormecidas como, por exemplo, fazer uma viagem ou até realizarem atividades que envolvam as duas partes! Novas experiências ajudam a trazer mais cor e vibração.

2. Seu dia a dia merece ser curtido com amor

Seu dia é, basicamente, o seu dia! Portanto, ele não pertence a mais ninguém, mesmo que você precise dedicar tempo para outras pessoas, sua visão de cada momento é sempre única.

E, eu falo de coisas simples que merecem ser curtidas, viu? Por exemplo: que tal trocar de perfume? Comprar uma roupa nova? Experimentar lingeries mais ousadas? Dedicar amor aos pequenos prazeres e alegrias certamente só te fará bem!

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Esses pequenos prazeres envolve não só o que comentei acima, mas experimente fazer coisas diferentes, conhecer e interagir com pessoas, viajar, frequentar restaurantes novos, apreciar uma boa refeição.

Terapia Sexual para Mulheres

Tudo isso te fará uma pessoa mais leve que aproveitando prazer externo, aproveita o prazer na cama, pense nisso!

3. Cuide de você mesma

Autoestima é sempre um mandamento importante! Se a ideia é curtir o sexo na menopausa, nada mais justo do que cuidar de tudo que lhe remeta ao prazer antes e depois dele.

Dedicar tempo para manter um dieta saudável, manter uma rotina de atividades físicas ou até mesmo permitir um tempinho para cuidar da pele, cabelo ou unhas. Os resultados aqui são evidentes e fundamentais.

4. Parada obrigatória: sex shop

Você nunca entrou em um sex shop? Então hora de marcar uma visitinha. Agora, se você já frequenta, minha dica é uma só: continue! Esqueça a vergonha ou o receio de que “o que os outros vão pensar”. Nada disso!

O sex shop tem todos os tipos e produtos que ajudam a estimular o desejo feminino, ainda mais na menopausa. São incontáveis vibradores que até mesmo podem ajudar a descobrir uma faceta sexual que você nunca permitiu aflorar. Aliás, pode até ser um programa bem divertido para fazer entre amigas, acredite.

Fantasia sexual? Sexo a 3: curiosidades, dicas e tabus sobre o famoso ménage

Como estamos em pandemia, não precisa também desistir da ideia! Muitas lojas do segmento e com boas avaliações possuem ótimas lojas online.

5. Já pensou em sexo hoje?

Pense mais em sexo! De verdade. Ou até mesmo proponha-se a pensar mais sobre o sexo na sua rotina – se possível, várias vezes ao dia! Existem várias formas também de explorar isso, como ler livros mais picantes, filmes que sejam mais estimulantes (não precisa ser necessariamente pornô), e muito mais.

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Fantasiar sobre tudo que ajude a explorar sua sexualidade é uma excelente prática. Até mesmo usar sua memória e criatividade é sempre muito bem-vindo. O mais importante é: pense em sexo e sempre que puder!

Dica extra

Como dica extra, eu recomendo que você pratique sozinha! Ter seu momento de intimidade, se tocar e explorar o que te dá prazer é algo extremamente fundamental. Aliás, esse é um conselho para mulheres de todas as idades!

Saiba mais sobre a Sexóloga Débora Martins

Ninguém melhor do que você mesma para perceber o que dá prazer e excitação. O sexo na menopausa é uma espécie de recomeço e, por isso, é um momento novo e de aprendizado sobre o seu corpo, seu prazer e a sua felicidade!

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Disfunção erétil em jovens é bem mais comum do que se imagina

Diferente do que a grande maioria das pessoas pensa a disfunção erétil em jovens é algo frequente. É comum que muitos associem essa condição a homens mais maduros, porém, isso é um engano, sabia?

Para começar, eu sempre procuro lembrar que a disfunção erétil é um problema que acarreta muitos outros no pacote. Entre eles, a ansiedade é um dos mais marcantes.

Mesmo que o problema geralmente acabe afetando homens mais maduros, isso não é uma regra universal. Além disso, 90% dos casos acaba sendo um efeito justamente da ansiedade!

E mais: a disfunção erétil é algo que vai se manifestar, cedo ou tarde na vida de muitos homens. E, isso nos leva a outro ponto: já que é algo que vai se manifestar em algum momento, é preciso saber em como saber a lidar com ela, assim enfrentando de maneira mais fácil.

Disfunção erétil em jovens

A partir dos 40 anos e, principalmente, aos 60, a disfunção erétil acaba sendo um quadro comum. E outras doenças aparecem nesse combo, como a hipertensão, obesidade, medicação e enfermidades diversas.

Mas, o que pode causar a disfunção erétil em jovens? Será que toda essa preocupação faz ou não faz sentido? É isso que eu vou explicar a seguir. Confira.

A disfunção erétil em jovens é um fato

Apesar de sabermos que esse é um problema bem mais comum em homens mais maduros, a disfunção erétil em jovens é um problema que tem sido cada vez mais frequente. E, isso não é apenas uma  impressão e sim, algo atestado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Segundo a entidade, existe uma impressionante estimativa de que a impotência sexual impacte a vida de 100 milhões de homens das mais variadas idades em todo o mundo!

Só para deixar claro, a disfunção erétil é uma incapacidade do homem em conseguir manter a ereção suficiente para a penetração. Mas, é sempre bom lembrar que há tratamento – e, quanto antes o problema é identificado, melhor é o resultado.

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E, novamente aqui temos um embate! Homens, ainda mais jovens, não costumam muito cuidar de sua saúde. Isso quer dizer que ir a um urologista é sempre algo envolvido por tabus e muita (mas, muita mesmo) falta de informação.

Essa resistência em cuidar da saúde como um todo que parte dos homens acaba sendo um dos principais conflitos, afinal, se um diagnóstico precoce faz toda a diferença, não procurar um especialista torna isso impossível.

Portanto, como primeiro alerta eu deixo claro: mantenha uma rotina de cuidados e procure um urologista de confiança para entender a melhor abordagem para o seu problema.

O que pode causar a disfunção erétil em jovens?

Uma das maiores causas para esse problema tem nome e sobrenome: ansiedade de performance. Jovens quando iniciam sua vida sexual sempre podem ter insegurança. E, essa insegurança pode sim afetar o desempenho sexual, mesmo que seja um jovem.

Além disso, os jovens são os mais afetados pela ansiedade e, se tratando da “primeira transa” isso é ainda mais intenso.

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A ereção é resultado de diversos fatores que vão muito além do estímulo durante o sexo. Isso envolve desde hormônios, neurônios até vasos sanguíneos e o tecido erétil do pênis.

Cada um desses fatores age como uma equipe com objetivo de fazer a ereção acontecer. Por conta disso, quando um homem jovem está com muito medo de falhar ou até mesmo não corresponder a outra pessoa pode acontecer a disfunção erétil.

Também não podemos anular outras questões como as comorbidades. Nesses casos, a impotência sexual pode também ser mais comum. Abaixo, algumas causas que valem ser mencionadas:

  • Problemas circulatórios: tabagismo ou diabetes, por exemplo, podem afetar a circulação de sangue e, isso pode também afetar na hora de manter a ereção;
  • Problemas hormonais: como os hormônios integram o time de fatores que contribuem para a ereção, qualquer desequilíbrio pode sim resultar em uma impotência sexual;
  • Doenças neurológicas: condições como esclerose múltipla podem também aumentar as chances de disfunção erétil em jovens. Alguns exemplos são o hipotireoidismo e hipertireoidismo,
  • Uso de drogas: o uso de determinadas substâncias, que acaba sendo também mais comum na juventude também pode resultar em uma disfunção erétil.

Tratamento Natural para a Disfunção Erétil

Quando se fala em tratamento, muitos homens tem medo de procurar ajuda por ter que se expor. Por isso, ter um método alternativo e natural, porém eficaz é o que todos os homens procuram.

O pompoarismo masculino é o grande aliado dos homens quando se fala em disfunção erétil, isso porque são exercícios de contração do assoalho pélvico que são trabalhados, ajudando na maior circulação sanguínea que melhora a ereção.

Pompoarismo Masculino

Essa prática tem exercícios que vão do básico ao avançado e fazem parte do Programa de Treinamento Potência Masculina. Esse método é 100% online e por vídeo.

Quando buscar ajuda?

A busca por ajuda deve ocorrer quando você percebe que algo está diferente ou causando incômodos. Nesse caso, se um jovem teve disfunção pelo menos 4 vezes, esse é um forte indicio que há algo que depende de uma avaliação.

Uma outra métrica a ser usada é de se avaliar se ao menos 80% das relações são insatisfatórias, ou seja, com problemas na ereção.

Além de procurar um médico especializado e avaliar tudo que envolve o seu estado de saúde, é importante também obter apoio com um Terapeuta Sexual. Até mesmo porque o problema pode estar relacionado a causas psicológicas.

Manter essas duas linhas de atendimento é sempre o mais indicado – e, isso é ainda mais importante para grande parte dos jovens (e, homens mais maduros) acabam desenvolvendo uma baixa autoestima.

Além disso, a terapia também é uma aliada para entender a fonte do problema quando ele é psicológico. Nesse caso, identificar possíveis traumas, lidar com os fatores da ansiedade e muitos outros cenários é um caminho fundamental.

O que um sexólogo pode fazer por você?

A terapia sexual com um profissional em sexualidade, ajuda no processo de identificação dos gatilhos que ativam a ansiedade que é uma grande vilã na disfunção erétil em jovens.

Terapia Sexual para Homens

Eu, como sexóloga, auxilio os meus pacientes a entender como a mente funciona e como eles podem identificar os processos de auto-sabotagem na mente. É importante saber que todo o processo de ereção, começa no cérebro.

Hoje a internet tem facilitado muito esse processo terapêutico, pois os atendimentos podem ser feitos na modalidade online com toda a discrição e segurança.

Jamais use medicamentos por conta própria!

Na internet é comum vermos anúncios de medicamentos milagrosos e que resolve o problema da disfunção erétil em jovens. Cuidado!

A permissão da compra de medicamentos sem receita médica é uma prática criminosa e cruel, justamente porque afasta o entendimento da importância da medicina preventiva.

Leia sobre Sexo na menopausa: 5 Dicas para manter o casal ativo

O automedicamento e até mesmo o uso de remédios sem a real necessidade (já que a disfunção pode ser resultado de uma questão psicológica) não somente pode aumentar o problema como torná-lo irreversível. Isso sem contar as chances de causar outros problemas ainda mais graves.

A disfunção erétil em jovens não deve e nem precisa ser encarada como um tabu! Com o tratamento certo e a dose ideal de informações, é possível ter uma vida sexual saudável e feliz!

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Qual a diferença entre orgasmo e ejaculação feminina?

Você por acaso consegue dizer qual a principal diferença entre orgasmo e ejaculação feminina? Na verdade, grande parte das mulheres sequer sabe que esses dois termos não se tratam da mesma coisa. E, muito dessa falta de conhecimento está associada à ausência de um conhecimento mais profundo sobre a sexualidade e o prazer feminino.

Desde que somos muito novas, esse assunto é tratado como um tabu ou algo proibido. Afinal, como assim falar abertamente sobre prazer e sexo no universo feminino – em tese, deveríamos apenas ser “recatas e do lar”, certo? Errado!

diferença entre orgasmo e ejaculação feminina

Eu sempre reforço aqui que o sexo é saúde e bem-estar! Por isso, falar abertamente sobre tudo que remete ao prazer da mulher deveria fazer sentido – sim, deveria! Sabemos que ainda temos um longo caminho a percorrer nesse sentido.

E, se você acreditava até então que ejacular e ter um orgasmo era basicamente a mesma coisa, é hora de descobrir que não! Até mesmo porque uma mulher pode simplesmente ter um orgasmos e não “gozar”. Ou, até mesmo gozar e não ter um orgasmo! Isso quer dizer que se trata de duas situações totalmente independentes.

Mas, para entender isso, precisamos ir por partes! E, não se preocupe, porque entender essa diferença é muito mais fácil do que parece.

Entenda a diferença entre orgasmo e ejaculação feminina

Bom, como eu disse acima, é preciso ir por partes para que você entenda a real diferença entre orgasmo e ejaculação feminina. E, nesse caso, precisamos abordar o que cada termo que dizer no final das contas.

Gozar ou ejacular

Para começar, uma mulher ejacula quando seu organismo consegue produzir uma maior quantidade de lubrificação – isso ocorre justamente no clímax do sexo. O termo mais usado de forma popular aqui é “gozar”. O motivo é porque o liquido que é expelido por meio da uretra pode sair em forma de um jato. Ou seja, é algo bem parecido quando o homem goza (ejacula).

No âmbito da ciência, essa tal de ejaculação feminina (também chamada de squirt) acaba envolvendo uma enorme quantidade de questões. O fato é que ainda não se sabe exatamente de onde o liquido vem!

A maior desconfiança é que ele possa ser produzido na glândula de Skeene, que fica situada em uma região bem próxima ao clitóris e a abertura da uretra. E, e essa glândula que permite a lubrificação.

Mas, lembre-se: a ejaculação apenas ocorre quando a mulher está realmente no clímax. Já a lubrificação é diferente e pode acontecer até mesmo quando você vê uma pessoa que lhe desperte tesão ou lê um conto erótico, por exemplo.

Toda mulher pode gozar

Toda mulher é capaz de gozar! Não existe essa história que uma podem e outras não. Isso porque todas nós temos a glândula de Skeene. Mas, isso não significa que é uma regra e que o sexo só vale quando uma mulher goza.

Se você nunca gozou, não precisa ficar tensa com essa informação, porque não há nada de errado com seu corpo. O mesmo vale para quem já gozou uma vez e, depois, não conseguiu mais.

Guia do Pompoarismo Masculino

Além disso, a ejaculação não possui uma ligação direta com um maior prazer. Ou seja, o sexo não é mais gostoso somente porque você gozou – e, vice-versa!

E, o orgasmo?

Já o orgasmo é justamente o grande ápice do sexo! Ele ocorre quando ocorre a contração muscular da vagina quando se chega ao clímax. Mas, não se deve levar em conta aqui somente os fatores fisiológicos. Até porque, a grande protagonista do orgasmo é a nossa mente, sabia?

Quer uma prova disso? Você sabia que muitas mulheres chegam a gozar apenas escutando uma música? Pois, isso realmente acontece e muitas relatam que é uma sensação maravilhosa!

Terapia de Casal

Mas, como saber se você já teve um orgasmo? Essa é uma dúvida bastante comum, inclusive! Na realidade, cada mulher pode manifestar sensações diferentes ao atingir o orgasmo. Algumas relatam que chegam o corpo tremer de maneira involuntária, enquanto outras podem até mesmo sentir muita vontade de rir ou chorar.

O que realmente é certeiro é a reação do corpo! Os músculos genitais, nádegas, pélvis e até mesmo coxas tendem a se contrair – isso acontece até o momento que a sensação de prazer é praticamente irresistível.

Existem diferentes tipos de orgasmo?

Uma dúvida muito comum é sobre os tipos de orgasmo e, aqui é importante dizer que quando se refere a órgão responsável pelo prazer orgástico, esse órgão é o Clitóris, mas como eu disse anteriormente, os estímulos eróticos podem ser o suficientes para se chega ao ápice do prazer, por isso, levando isso em consideração, é possível sim ter vários tipos de orgasmos.

Muita gente conhece esses tipos de orgasmos:

  • Orgasmo vaginal;
  • Orgasmo clitoriano;
  • Orgasmo anal;
  • Entre outros.

Quando se fala em orgasmo no que se refere a órgão, o fato é que o real orgasmo é clitoriano, pois o clitóris é o responsável pelo prazer feminino, as outras áreas do corpo, ou até mesmo os outros “tipos de orgasmos”, podem ser chamados de fontes de erotização, levando em consideração que a estimulação clitoriana acontece simultaneamente.

Uma dica muito importante é conversar com o parceiro ou parceira também pode ser muito importante. Lembre-se que o sexo é uma troca onde as duas partes precisam receber e dar o que a outra pessoa quer e gosta!

Terapia Sexual para Mulheres

Outro ponto importante é entender que você não é e nem será a única mulher a não atingir o orgasmo e querer mudar isso. Como sugestão, eu recomendo que você assista o documentário “Explicando” da Netflx!

O Quinto episódio é intitulado por “Orgasmo Feminino” (confira o trailer) e relata como é importante falar sobre esse assunto de forma aberta e descomplicada. Esse é um passo importante para que mais mulheres consigam elucidar melhor sobre o tema e afastar de vez esse tabu.

Além disso, mais do que saber a diferença entre orgasmo e ejaculação feminina, você deve se render também em descobrir seu corpo e o que lhe remete ao prazer.

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